14 de maio: o dia seguinte mais longo de uma história

por Valter Sales, da ANF

O 14 de maio é um dos dias mais longo da história do povos pretos nos Brasil, sem quaisquer iniciativas que tentasse incluir estes sujeitos nesta sociedade. Esta data povoa um romance de uma tal assinatura da abolição do longo processo de escravização de seres humanos, do outro lado tumbeiro dos tentáculos coloniais.

A tal assinatura da abolição escravatura foi um manobra de um plano eugenista, que por meio de um decreto sanciona a migração europeia para o Brasil ; em uma tentativa de apagar os sujeitos pretos daqui , é não podemos esquecer da lei da vadiagem que criminaliza que não tinha emprego, capoeirista é negro.

O 14 de maio dura até hoje no semblante ou na realidade dos negros daqui, é só da uma olhada na população que reside nos viadutos e calçada dos centros urbanos pelo país à fora , à população carcerária também reflete essa falta de acesso ao básico para se viver.

Neste Maio diário para comunidade preta brasileira o descumprimento do preceitos constitucionais , já se transformou em uma banal ” bala perdida ” nas favelas e comunidades periféricas Brasil a fora , essa é uma das lesões praticadas pelo estado brasileiro a população preta.

Vale ressaltar que neste processo do maio diário , o movimento social negro lutou por políticas públicas com uma forma de reparação , com por exemplo a ação afirmativa que conhecemos com cotas raciais nas universidades ; que tenta diminuir uma lacuna desproporcional de anos de não acesso a educação superior por sujeitos pretos.

Como disse a escritora Conceição Evaristo “Eles combinaram de nos matar é nós combinamos de não morrer”.