Apoiadores do “Escola Sem Partido” seguem criando fantasmas para caçar na educação pública

O projeto “Escola sem Partido”, que em seu auge propiciou a censura e perseguição de professores por simplesmente tratarem de questões pertinentes a qualquer cidadão, hoje é tido como “extinto” pelos fundadores do movimento. Apesar disso, a pesquisadora e integrante do coletivo Professores Contra o Escola Sem Partido, Fernanda Moura, indica que o conteúdo do…

O projeto “Escola sem Partido”, que em seu auge propiciou a censura e perseguição de professores por simplesmente tratarem de questões pertinentes a qualquer cidadão, hoje é tido como “extinto” pelos fundadores do movimento. Apesar disso, a pesquisadora e integrante do coletivo Professores Contra o Escola Sem Partido, Fernanda Moura, indica que o conteúdo do movimento segue presente em propostas de politícos e “influencers de direita”.

É insustentável e inaceitável que num país onde a educação pública pede socorro por falta de investimentos, onde pessoas da comunidade LGBT+ mais morrem, onde mulheres e crianças são violentadas sexualmente, projetos de governo que minimizam os debates e as políticas públicas destinados às minorias sociais continuem tendo espaço. O fenômeno político beira a ansiedade sexual política, que incita o preconceito e a discriminação de forma sistêmica.


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