Às vésperas da eleição, Fátima não tinha como pagar salários e optou por desviar recursos dos consignados para garantir reeleição

Infelizmente é a realidade. Confessada pelo secretário estadual da Administração do governo Fátima, Pedro Lopes, em depoimento ontem à Comissão de Administração, Serviços Públicos, Trabalho e Segurança Pública da Assembleia Legislativa.

Leia os trechos da declaração e tire suas próprias conclusões:

“Alguém ficaria sem receber, e ficaram os bancos. Se pagasse os bancos, atrasava o servidor. O Governo fez sequência de prioridades, não era desejo atrasar, reconhece dívida, mas não havia como pagar todo mundo pelo fluxo de caixa que caiu a partir de agosto de 2022.”

“Não tem como falar de atraso dos consignados sem falar de crise fiscal. O Estado não atrasa porque quer. Não repassa por uma crise fiscal. Tanto na gestão de Fátima como de Robinson Faria foi por crise fiscal, 80% da arrecadação Executivo vai para pagar folha, o controle da folha é fundamental para finanças do Estado.”