ATUALIZAÇÃO: possíveis ministros de Lula na área econômica

Há forte pressão para que o presidente eleito Lula comece a anunciar os primeiros e principais nomes de sua futura equipe ministerial. Empresários, jornalistas e lideranças políticas avaliam que a decisão tem potencial de gerar maior estabilidade e segurança no processo de transição, bem como sinalizar o perfil do terceiro mandato presidencial do petista. Pelo…

Há forte pressão para que o presidente eleito Lula comece a anunciar os primeiros e principais nomes de sua futura equipe ministerial.

Empresários, jornalistas e lideranças políticas avaliam que a decisão tem potencial de gerar maior estabilidade e segurança no processo de transição, bem como sinalizar o perfil do terceiro mandato presidencial do petista.

Pelo que temos apurado, as conversas estão acontecendo. Embora Lula não tenha pessoalmente tratado do assunto antes do 2º turno, assessores seus já vinham discutindo possíveis nomes.

Algumas áreas centrais são o foco principal da equipe de Lula e do próprio presidente eleito neste momento. A seguir, resumimos as possibilidades que vem sendo espculadas na imprensa e nos bastidores políticos. Conforme tivermos novidades, atualizaremos o cenário.

ECONOMIA

Sabe-se que o presidente eleito Lula deverá desmembrar o superministério da EconomiaLINK.

Ex-ministros do governo Lula e Dilma Rousseff, Fernando Haddad e Alexandre Padilha lideram a bolsa de apostas para ocupar pastas importantes no novo governo de Lula. Nos bastidores, os nomes dos dois, inclusive, passaram a ser cotados desde o primeiro turno para ocupar até o Ministério da Economia.

Outros nomes que circulam desde o primeiro turno na bolsa de apostas são Pérsio Arida, que teria o apoio de Geraldo Alckmin, além de Josué Gomes, Wellington Dias e Jaques Wagner.

Apesar das negativas de lideranças petistas, o blog segue afirmando que o nome mais forte para ocupar o futuro Ministério da Fazenda é o de Henrique Meirelles. André Lara Rezende assumiria o Planejamento.

A vitória de Lula se deu num contexto de amplas alianças com setores importantes do empresariado e dos ditos mercados, bancos principalmente. Um nome mais político, como sugerem as lideranças do PT, poderia gerar desconforto em tais setores no começo do governo.

Lula terá pouca margem de manobra em seu terceiro mandato presidencial. O mais provável é que mantenha uma política econômica conservadora, na tentativa de ganhar fôlego para implantar projetos que fortaleçam seu governo.

Miriam Belchior, ex-ministra do Planejamento e ex-presidente da Caixa na gestão petista, assumiria a Infraestrutura.

Erenice Guerra é lembrada para diversas pastas, até mesmo a presidência da Petrobrás.


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