Carteira estudantil: avança combate a entidades fantasmas

Os direitos à meia-entrada e à meia-passagem foram conquistas do movimento estudantil após muitos anos anos de intensas lutas, de várias gerações de estudantes. De tempos em tempos, tentam retirar esses direitos ou criar mecanismos que dificultem o acesso a eles. Por isso é importante que o processo de emissão das carteiras estudantis seja transparentes…

Os direitos à meia-entrada e à meia-passagem foram conquistas do movimento estudantil após muitos anos anos de intensas lutas, de várias gerações de estudantes. De tempos em tempos, tentam retirar esses direitos ou criar mecanismos que dificultem o acesso a eles.

Por isso é importante que o processo de emissão das carteiras estudantis seja transparentes e ocorra dentro dos parâmetros legais. Além do mais, o benefício para estudantes tem impacto no custo dos demais usuários, portanto é indispensável tratar o assunto com seriedade.

Nesse sentido, as recentes decisões dos órgãos responsáveis – que limitaram o número das entidades autorizadas a emitir as carteirinhas – é um grande passo à frente.

Os critérios para que uma entidade possa emitir o documento são básicos, mínimos até: seus diretores têm que frequentar a escola e a entidade tem que ter fóruns regulares. Nada demais, ainda assim 5 entidades foram inabilitadas.

Entre elas, URNNE.BR – União Republicana Neoliberal dos Estudantes, URNE União Norte Rio-grandense dos Estudantes, AEP Associação Estudantil Potiguar
UGEB – União Geral dos Estudantes no Brasil E Udern – União em defesa dos estudantes do RN.

A Urne, inclusive, foi punida com dois anos de suspensão por emissão fraudulenta de carteiras.

Atualmente, apenas as entidades históricas do movimento estudantil brasileiro, a UNE e a Ubes, possuem total autorização para a emissão das carteirinhas. Isso é uma conquista dos estudantes e de toda a sociedade.


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