Deputado Luiz Eduardo questiona conduta do Governo do RN em caso dos consignados

O deputado estadual Luiz Eduardo (SDD) questionou a decisão do Governo do Rio Grande do Norte de quitar o débito dos empréstimos consignados dos servidores com o Banco do Brasil através da venda da folha de pagamentos do estado. A informação sobre a medida foi veiculada na imprensa, após entrevista do Secretário da Fazenda, Carlos…

O deputado estadual Luiz Eduardo (SDD) questionou a decisão do Governo do Rio Grande do Norte de quitar o débito dos empréstimos consignados dos servidores com o Banco do Brasil através da venda da folha de pagamentos do estado.

A informação sobre a medida foi veiculada na imprensa, após entrevista do Secretário da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier. Cadu, como é conhecido, afirmou que a dívida foi quitada através da venda da Conta do Governo do Estado ao Banco do Brasil.

Em nota, o deputado Luiz Eduardo levantou sérias questões sobre a maneira como o governo lidou com a situação. Ele comparou o governo a uma pessoa que pega dinheiro de outra, causando prejuízo, e depois devolve o valor sob pressão. Eduardo questiona se tal ação merece perdão total ou uma punição como forma de prevenir a reincidência e servir de exemplo para outros.

“Vamos fazer de conta que não aconteceu nada? Que o Governo pode se apropriar do dinheiro do servidor, negativar seu nome e tudo bem?” questionou o deputado em sua nota.

Luiz Eduardo enfatizou que, apesar das afirmações do Governo de que pagou ao Banco do Brasil, ainda não há provas de que isso ocorreu. Ele observou, com ironia, que se o Governo quitou o que devia aos servidores, fez isso vendendo a conta dos próprios servidores ao Banco do Brasil. “É cômico se não fosse trágico”, comentou.

Em sua nota, o deputado Eduardo garantiu que continuará fiscalizando e investigando a situação para garantir que os responsáveis pela apropriação do dinheiro dos servidores sejam punidos. Ele também expressou sua esperança de que o Ministério Público trate o atual Governo com o mesmo rigor que tratou o anterior.

“Só assim, no futuro, nenhum governador ou governadora irá se atrever a se apossar do dinheiro dos servidores”, concluiu em sua nota, enviando uma mensagem clara de que tais práticas não serão toleradas.


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