Disputas eleitorais se acirram nas redes sociais

Nas redes sociais, a disputa política é bastante polarizada mas, mostrando que a internet não é terra de ninguém, algumas restrições e correções têm sido vistas com frequência. Dois casos, em particular, chamam atenção. Após decisão do TSE, o deputado André Janones e membros da campanha de Lula tiveram postagens que compartilhavam a informação falsa,…

Nas redes sociais, a disputa política é bastante polarizada mas, mostrando que a internet não é terra de ninguém, algumas restrições e correções têm sido vistas com frequência. Dois casos, em particular, chamam atenção.

Após decisão do TSE, o deputado André Janones e membros da campanha de Lula tiveram postagens que compartilhavam a informação falsa, segundo a ministra Isabel Gallotti, de que o governo Bolsonaro estava propondo a redução do valor do salário mínimo, de aposentadorias, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e pensões para 2023. Além disso, também foi determinado que Janones apagasse publicações que associam o presidente Bolsonaro a Roberto Jefferson, sob pena de ser multado em R$ 100 mil diariamente por novos posts com o mesmo teor.

Em contrapartida, a campanha de Bolsonaro não se absteve da estratégia de notícias falsas. Flávio Bolsonaro, filho do atual presidente, postou em seus stories uma imagem manipulada que fez parecer com que um famoso produtor de conteúdo de esportes, o Casimiro, manifestou apoio à reeleição do atual presidente. Ao desmentir o post, no entanto, o produtor deu origem a publicação brasileira mais curtida da plataforma em que foi postada.

As redes sociais estão repletas de vantagens e desvantagens para os dois candidatos, são ferramentas que devem ser usadas com sabedoria e responsabilidade, priorizando que os internautas tenham acesso a informações verdadeiras.


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