Embargo de obras no Chapadão de Pipa: a batalha pela preservação ambiental

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema-RN) tomou a decisão de embargar a construção de um condomínio nas proximidades do Chapadão de Pipa, local reconhecido como um dos principais pontos turísticos do estado.

A decisão foi tomada após constatação de que o empreendimento Okan estava “descumprindo as condicionantes do licenciamento ambiental”, relata o Idema. O projeto em andamento, segundo o Idema, não estava alinhado com o que foi originalmente licenciado, e a área de construção não possuía a devida autorização.

A iniciativa de construir no local gerou debates intensos e manifestações por parte da população local, que tem grande preocupação com a preservação do ambiente e do valor turístico de Pipa.

Embora o empreendimento tenha apresentado uma nova proposta para o projeto, ela permanece em avaliação pelo Núcleo de Construção Civil. Enquanto isso, a prefeitura de Tibau do Sul, apesar de não ter feito qualquer embargo por conta própria, buscou informações junto ao Idema após a circulação de informações sobre possíveis ações do órgão em relação ao empreendimento.

A situação foi amplamente monitorada pelo movimento Todos Pelo Chapadão, que tem sido voz ativa na denúncia contra o descumprimento das condicionantes ambientais pelo empreendimento Okan. O movimento celebrou a decisão de embargo, destacando a importância da vigilância e atuação das autoridades na garantia da conservação ambiental.

Nem tudo é paraíso no paraíso de Pipa

Como noticiamos, a política de preservação ambiental em Pipa também tem deixado para trás suas vítimas. Conheça um pouco da história da família Barbosa Marinho, que luta por reparação após ser removida de suas terras, nas quais cultivava há 8 décadas.

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