Humberto Costa: PT terá candidato em ao menos 12 capitais; vencer em Natal está nos planos do petista

PT traça estratégia para crescimento nas próximas eleições municipais.

O senador Humberto Costa, coordenador do grupo nacional encarregado das negociações de alianças eleitorais no PT, confirmou que o partido pretende lançar candidatos em no mínimo 12 das 26 capitais brasileiras e também em cidades-chave.

Dentre a cidades apontadas por Humberto Costa como prioritárias para o Partido dos Trabalhadores, está a capital potiguar, onde a deputada federal Natália Bonavides vem firmando sua pré-candidatura.

Os planos incluem ter candidato prórpio em 12 capitais: Natal, Porto Alegre, Curitiba, Vitória, Aracaju, Maceió, João Pessoa, Fortaleza, Teresina, Cuiabá, Campo Grande e Goiânia. Em alguns desses estados, as decisões finais sobre quem serão os candidatos ainda estão pendentes.

A sigla ainda avalia candidaturas próprias em Belo Horizonte e Florianópolis, enquanto em Salvador a discussão está entre lançar um candidato do PT ou apoiar um candidato alinhado ao partido.

Alianças

O senador Humberto Costa também confirmou que o PT pretende apoiar a candidatura de Guilherme Boulos (PSOL) em troca da vice. A decisão é um reflexo do acordo anterior, onde Boulos desistiu de concorrer ao Palácio dos Bandeirantes, favorecendo Fernando Haddad do PT, que agora é o ministro da Fazenda.

O PT busca acordos semelhantes no Rio de Janeiro e Recife, buscando a vice dos atuais prefeitos, Eduardo Paes (PSD) e João Campos (PSB).

O PT procura estreitar laços com partidos que apoiaram Lula desde o início de sua corrida presidencial. Isso inclui partidos como PSB, PDT, Solidariedade, Rede, PSOL, PV e PC do B. Outros partidos, como MDB, PSD e União Brasil, estão no radar após se alinharem ao governo federal após as eleições.

Além disso, alianças entre PT e PL estão sendo consideradas, especialmente em estados do Nordeste. Contudo, Humberto Costa prevê desafios, sugerindo que o PL pode hesitar em formar alianças com o PT, mas reconhece que há áreas, particularmente no Nordeste, onde a colaboração pode ser viável.


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