IFRN tem potencial de expansão desperdiçado no governo Bolsonaro

Atualmente, o Instituto Federal do Rio Grande do Norte conta com 22 campi e atende diretamente a mais de 26 mil alunos em diversas modalidades: médio integrado, subsequente, superior, especialização, mestrado, doutorado e também os cursos do Proeja FIC. Esse número poderia ser ainda mais expressivo se o potencial da estrutura instalada dos campi (prédios,…

Atualmente, o Instituto Federal do Rio Grande do Norte conta com 22 campi e atende diretamente a mais de 26 mil alunos em diversas modalidades: médio integrado, subsequente, superior, especialização, mestrado, doutorado e também os cursos do Proeja FIC.

Esse número poderia ser ainda mais expressivo se o potencial da estrutura instalada dos campi (prédios, laboratórios, salas de aula etc) não tivesse sido desperdiçado ao longo dos últimos anos.

Sofrendo com cortes constantes nas verbas de manutenção e sem autorização para novas contratações, o IFRN lida atualmente com grave falta de profissionais para pôr toda sua capacidade em prática. Faltam até mesmo servidores para ocupar alguns dos prédios construídos durante o período de expansão da instituição.

Estima-se que atualmente – apenas considerando as vagas existentes que não estão preenchidas – o déficit no quadro de servidores do IFRN seja de 111 professores e 125 funcionários técnico-administrativos.

Estima-se ainda que a estrutura física já existente permitiria à instituição a abertura de mil novas vagas no RN. Falta, contudo, pessoal.

O IFRN se mostrou um dos projetos públicos de maior eficácia em nosso estado, tanto no sentido da entrega de um ensino gratuito e de excelência quanto na promoção da inclusão social e da cidadania.

As cidades onde o IFRN se instalou desfrutaram ao longo dos anos de visível progresso econômico e social. Trata-se de um patrimônio valioso de nosso estado, uma ferramenta vital para enfrentarmos nossos graves problemas sociais e econômicos. O poder público deve mudar o rumo das políticas que vêm do governo Bolsonaro e voltar a investir nessa instituição que tem devolvido a nossa sociedade mais do que custa.


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