UFRN divulga nota afirmando que contratos não têm “qualquer irregularidade”

A UFRN divulgou ontem uma nota afirmando que teve acesso ao processo que investiga possível desvio de recursos federais no contrato de publicidade do projeto “Sífilis, Não”, desenvolvido pelo Laboratório de Inovação Tecnológica (LAIS). A instituição explicou que o contrato foi celebrado em 2017 e aprovado pelo Tribunal de Contas da União sem qualquer irregularidade.…

A UFRN divulgou ontem uma nota afirmando que teve acesso ao processo que investiga possível desvio de recursos federais no contrato de publicidade do projeto “Sífilis, Não”, desenvolvido pelo Laboratório de Inovação Tecnológica (LAIS). A instituição explicou que o contrato foi celebrado em 2017 e aprovado pelo Tribunal de Contas da União sem qualquer irregularidade.

A universidade passou por uma situação embaraçosa quando, no último dia 19, a Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão nas suas instalações, como parte da Operação Faraó. Essa operação investiga desvio de recursos do Ministério da Saúde em Natal, São Paulo, Balneário Camboriú (SC) e Brasília. No Rio Grande do Norte, foram mais de 20 mandados judiciais. Além disso, houve sequestro de bens e indisponibilidade de valores mantidos pelos investigados.

Vamos ver como a UFRN se safa dessa. A instituição recebeu R$ 165 milhões em 2017 para serem empregados em atividades de prevenção e combate à sífilis, e, em seguida, firmou contrato com a Fundação Norte-Riograndense de Pesquisa e Cultura (Funpec) para executar o projeto.


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